Lilypie Baby Ticker


30/01/06
Visita de vó!


Pedro recebeu a visita da vó Geni (ou bobó Ceni, como ele diz) e se esbaldou!
Riu e brincou, foi super companheiro e atencioso. Ganhou um Barney gigante, roupas e muito chamego.


Escorado na vó!

Pati Merlin - Que é Doula, Faz Dieta, Apóia a Amamentação, Compartilha Receitas e Tira Fotos!


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25/01/06
Um tapinha não dói?


Bater ou não bater deve ser um dos maiores dilemas no que diz respeito à educação dos pequenos.
Eu acredito que a imensa maioria dos pais não queira e não goste de bater nos seus filhos, mesmo que dê umas escorregadas de vez em quando.
Pedro já tomou seus petelecos, mas como nós não nos orgulhamos disto, temos tomado muito cuidado para não insistirmos no erro. Tarefa insólita esta, já que o menino é MUITO genioso, insistente, curioso, atrevido....
Fato é que depois de algumas leituras, trocas de experiências e muita conversa, começamos a aplicar o castigo como forma de punição quando a conversa e as chamadas de atenção não resolvem.
No começo ele fez muito escândalo, como se estivéssemos cometendo a maior injustiça mandando-o para o quarto. Agora ele resmunga (ah, não! Tsc, mãe, não té! Cato não, hum...!), mas vai e fica. Dentro do quarto, ele pode brincar, mas só sai de lá quando a gente deixa. Tem funcionado...

Do livro "Limites sem trauma" (Tania Zagury)

Por que não bater

-por que bater nada tem a ver com ensinar a ter limites, na verdade, são atitudes até opostas. Quem bate dá uma verdadeira aula de falta de limites próprios e até de covardia;
-por que existem formas infinitamente mais eficientes e humanas de manter a disciplina, com mensagens bem mais positivas do que a agressão física;
-por que, com o tempo, a famosa palmada leve no bumbum", que tanta gente defende como inofensiva, deixa de surtir efeito e acaba se transformando em palmadas cada vez mais fortes e, ao final, em verdadeiras surras;
-por que só bate quem não age antes de "perder a cabeça";
-por que mesmo obedecendo, a criança não aprende verdadeiramente, apenas deixa de fazer certas coisas por medo de apanhar;
-por que bater não resolve os problemas da relação, apenas encobre os conflitos e, ainda assim, por pouco tempo;
-por que depois, quando os pais se acalmam, sentem-se culpados e tendem a "afrouxar" de novo os limites, para aplacar a sensação aflitiva de culpa, perpetuando a situação de conflito;
-por que bater é assinar seu próprio atestado de fracasso como educador.

O que a palmada realmente ensina é....
-a temer o maior, o mais forte ou mais poderoso;
-a perda de interesse pela atividade que estava desenvolvendo no momento em que apanhou;
-que o comportamento agressivo é válido;
-que a agressão física é uma atitude normal e praticável (afinal se papai e mamãe estão fazendo...);
-que a força bruta é mais importante que a razão e o diálogo;
-que os pais, figuras de quem a criança espera proteção e amparo, não são confiáveis;
-que ocultar ou omitir fatos pode dar bons resultados e evitar umas "boas palmadas" - afinal, quando os pais não ficam sabendo dos erros ou faltas dos filhos, não batem;
-que de quem se espera amor podem vir pancada e agressão.

Acessos de cólera ou mau humor
-são freqüentes nessa idade (1-4 anos); a criança ainda não está socializada;
-ignorar é a melhor maneira de eliminar;
-quanto menos você falar e tentar convencê-la, melhor e mais rápido o efeito;
-também não espere que se acalme escutando a voz da razão e a ponderação - ela está com muita raiva e ainda não consegue dominá-la;
-muito menos tenha, você também, um acesso de cólera por causa do acesso de cólera da criança. Você é um adulto. Não aja como se tivesse a mesma idade de seu filho.

Dê-lhe direito ao piti, mas explique que não vai assistir
-conduza-a a um local onde não possa machucar-se (isso é fundamental - proteger a criança que está descontrolada);
-diga-lhe - com calma, sem gritar, mas com firmeza - que essa não é a forma de se conseguir o que deseja e que você vai esperar ela se acalmar para depois conversarem e... retire-se.

Se ela tentar agredi-lo fisicamente, chutar, jogar coisas.
-simplesmente impeça-a, segurando-a com firmeza, porém sempre sem machucá-la e, muito menos, sem fazer o mesmo com ela (já ouvi muitos depoimentos de pais que diziam: meu filho me mordeu, então mordi-o também, assim ele aprendeu que morder dói; meu filho me deu um tapa, dei-lhe outro, nunca mais ele me bateu...). A agressão infantil é fruto do desconhecimento das regras sociais e, especialmente nessa idade, da incapacidade de controlar sentimentos muito fortes.

Sem platéia, quem quer dar espetáculo?
-não fique junto, gritando, suplicando, ameaçando, muito menos agredindo (ou apanhando!). Simplesmente, não assista.

Depois que se acalmar, converse sobre o que ele sentiu
-mostre-lhe que existem outras formas de demonstrar sentimentos, com palavras objetivas e sem longos sermões. Seja breve e vá direto ao ponto: "Que pena, mamãe e papai ficaram tristes porque você se jogou no chão. Agora sim, você está lindo e fofo com você é! Fazer o que você fez não vai dar certo conosco. O que não pode, não pode mesmo."
·
E só...

Atenção, papais e mamães!
É bom lembrar que todos esses comportamentos tendem a desaparecer, porém não num passe de mágica, como muitos pais sonham. Tudo em educação leva anos para ser interiorizado. Portanto, tenham paciência. Aos pouquinhos, seus cuidados e dedicação terão resultados compensadores. Mas de-mo-ra!!! Demora muito! Tenham perseverança, porque os objetivos são excelentes e não podem ser abandonados.


Castrigo mole esse, viu? :O)

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23/01/06
Kit Desfralde


Boas doses de paciência
01 pinico
09 cuecas
infinitas bermudas ou shorts
sandálias de borracha tipo havaianas ou papete (Pedro tem uma do Guga)
999 panos de chão
desinfetante
01 plástico pra forrar o sofá (caso seu filho seja viciado em TV como Pedro)
03 toalhas pra cobrir o plástico do sofá

A boa notícia:
Passa-se a gastar 01 pacote de fralda por semana, no lugar dos 05 gastos anteriormente.
Eu diria que esta é uma ENOOOORME vantagem!


De cueca!

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19/01/06
As artes de Pedrinho


-rasbisca as paredes
-derruba óleo de cozinha no chão
-depois joga sal por cima (fica ao alcance dele, embaixo da pia)
-come comida do cachorro
-joga a comida do cachorro na água do cachorro
-lava as próprias roupas na água do cachorro
-joga sabão em pó na água do cachorro (não fica ao alcance dele, mas ele dá um jeito)
-arranca pedaços da esponja de banho com a boca
-dissolve o sabonete na água da banheira
-esfrega as vassouras no xixi do cachorro
-dá vassouradas no cachorro (com ou sem xixi)
-coloca objetos não identificados no vídeo
-liga e desliga a televisão, da tomada inclusive
-abre a torneirinha do filtro de água e alaga a cozinha
-seca o chão com os panos de prato
-pega água do vaso com a comadre do penico dele
-lava o sofá com o próprio suco e limpa com toalha de papel

Como podem ver, ele é um amor de criança! E o cachorro é a sua maior vítima!


Tudo bom um damasco seco!

Pati Merlin - Que é Doula, Faz Dieta, Apóia a Amamentação, Compartilha Receitas e Tira Fotos!


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